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Formação dos Oceanos

Oceano primitivo
Após a formação da Terra, há 4600 milhões de anos, enormes quantidades de vapor de água foram libertadas dos vulcões e da superfície do planeta em fogo.
Alguns milhões de anos mais tarde, assim que a temperatura da superfície da Terra baixou, ocorreu a condensação desta vapor. Formou-se, então, toda a água existente actualmente, originando um "Oceano Primitivo".

Este Oceano Primitivo, formado há mais de 4000 milhões de anos, era muito diferente do actual. As águas eram ácidas e a sua temperatura rondava o ponto de ebulição.

Forças da natureza
As forças que o oceano exerceu sobre a costa primitiva ajudaram a moldar o relevo do globo.
Lentamente, entre 4000 e 2000 milhões de anos atrás, o fundo do mar abriu-se em diversas fissuras, permitindo o contacto do magma com a água. moldaram-se os fundos oceânicos e iniciou-se um processo de deslocamento das diferentes placas tectónicas.

Actualmente, embora imperceptível, este movimento não cessa e origina catástrofes naturais como terramotos e erupções vulcânicas.

Posição privilegiada
Embora a água esteja presente noutros locais do universo, apenas no nosso planeta existe água nos 3 estados da matéria: sólido, gasoso e líquido.
Bastava a Terra estar 5% mais perto do sol para toda a água se evaporar, dando origem a um efeito de estufa semelhante ao que se observa em Vénus.
Por outro lado, caso estivesse 3% mais afastada do Sol, toda a água congelaria como sucede em Marte.

Deriva dos continentes

Em 1912, Alfred Wegener - meteorologista e geofísico alemão - sugeriu, com base em registos geológicos e paleontológicos, que durante vários períodos da história da Terra existiu apenas um continente - Pangeia - rodeado por um único oceano - Pantalassa.
Este supercontinente ter-se-ia fragmentado durante o Jurássico, iniciando a actual deriva dos continentes. No final do Cretácico os continentes já apresentavam o aspecto actual.

A teoria de que todos os continentes poderão ter estado ligados tem quase 200 anos e baseia-se na configuração das margens continentais do Oceano Atlântico, que se ajustam em diversos locais.
Posteriormente, em meados do século passado, a descoberta de fósseis idênticos em depósitos de carvão da América do Norte e Europa, veio consolidar a hipótese da deriva continental.
Desde então e até aos nossos dias, a continuação dos estudos sobre o fundo marinho e do campo magnético da Terra apoiam a teoria da deriva dos continentes.

Fonte contínua de energia

A enorme quantidade de calor armazenada no interior da Terra, promove a energia necessária para a renovação contínua da sua fisionomia.
Tal como uma panela de água a ferver, o magma possui movimentos de convecção térmica que originam o deslocamento dos continentes à superfície.

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