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ONE, O Mar como nunca o sentiu

O mar sentido através de uma experiência imersiva, é o objetivo do Oceanário de Lisboa com a nova obra exclusiva. Esta instalação artística retrata a ligação profunda do Homem com o mar e invoca a grandiosidade do oceano.

Para João Falcato, Administrador do Oceanário de Lisboa, «Pretendemos, com esta obra, inspirar orgulho pelos magníficos seres que habitam o oceano, em Portugal. Expor uma obra de arte única, digna de qualquer grande museu internacional, é inesperado e irá surpreender quem nos visitar. Esperamos proporcionar uma experiência inédita e incutir um sentimento de admiração e responsabilidade pela preservação deste mundo subaquático magnífico.»

O desafio foi apresentado à diretora artística e realizadora, Maya de Almeida Araújo. Especialista em fotografia subaquática em movimento, há duas décadas que se dedica a trabalhar o elemento humano integrado no elemento água. Residente em Londres, a artista já expos em diversos países e o seu trabalho está presente em diversas coleções públicas e privadas. Expõe pela primeira vez em Portugal.

Factos relevantes sobre a exposição

| Todas as imagens foram realizadas em território marítimo português, entre Portugal Continental, Açores e Madeira
| 8 meses de filmagens
| Imagens subaquáticas realizadas maioritariamente em apneia, excepto nos mergulhos com tubarões e mantas
| 11 equipas de filmagens diferentes (incluindo equipas de drones)
| 6 embarcações (1 catamarã, 1 barco de pesca, 2 semirigidos, 1 caiaque e 1 submarino)
| 42 participantes, desde pescadores, artistas plásticos, surfistas e profissionais de mergulho livre
| Pós-produção com recurso a Inteligência Artificial com o objetivo de se criar movimentos que de outra forma seria impossivel

Sobre a artista Maya 

Maya de Almeida Araújo é realizadora e diretora artística especializada em fotografia subaquática em movimento. Licenciada em Biologia pela Imperial College, tem mestrado em fotografia e duas décadas de experiência a captar movimento em ambientes aquáticos. As suas imagens são o resultado de um verdadeiro sentimento de admiração pela energia do mundo natural, onde as possibilidades criativas são ilimitadas.
A fotografia subaquática de que é autora tem sido descrita como íntima, etérea e mística. Trabalha em ambiente natural e em piscinas construídas à medida, equipadas com luzes de estúdio de alta potência.
Maya de Almeida Araújo foi pioneira na utilização de técnicas de iluminação estroboscópica subaquática para capturar imagens de bailarinos em diferentes estágios de movimento, bem visível no seu projeto “Underwater Dance Series”.

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